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Your beautiful :)

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Sugestão de caminho: a Patrícia Reis

Ontem, no canal RTP2, ouvi falar dela e ouvia-a falar. Não a conhecia, acho nunca ouvi falar dela, nem nunca ninguém me falou. "Inculturisses" minhas, de certeza! Patrícia Reis. Afirma-se jornalista, e nunca escritora. Ao que ouvi, e ainda nada pesquisei na net, começou no jornal Independente e agora está na revista Egoísta. Gosto! (muito, muito da revista!). Durante a entrevista ora a vi descalça, ora a vi em cima de um sofá de pele, a dar festas ao cachorro, ora a vi com muita pinta no seu office. Gosto! (gosto desta versatilidade e das mulheres que, pelo seu charme, ficam bem de qualquer forma). Durante a entrevista ouvi-a dizer que não gosta do termo escritor profissional. Gosto! (e sobretudo da justificação apaixonada que deu). Falou dos seus filhos, dos desafios colocados por eles e da atenção que lhes dá. Gosto! Durante a entrevista ouvi-a falar das virtudes de viver num bairro arejado. Gosto! (sobretudo da partilha das chaves com os vizinhos, que a mim me faz tanto s…

Aula aberta Trabalhos De ou Para Casa, dia 23 janeiro 2014 Instituto Piaget (Almada)

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E no seguimento deste Manifesto vamos ter este debate com o Professor José Morgado (ISPA).
Gostaria de vos ver por cá. Este vai ser um mini-espaço (porque toda a gente vai queres expor a sua posição, drama, alegria, postura...) para falarmos acerca da realidade Trabalhos De ou Para casa. Não podemos continuar a falar no "corredor", contra professores, metodologias, etc. Há que reflectir. As ondas de choque que nos atingem, atingem sempre as pessoas à nossa volta! Se ouvirmos um especialista, que já deu muitas cartas na área da Psicologia Educacional, podemos certamente ter mais argumentos para construir a nossa opinião. Poderemos também chegar mais longe enquanto educadores (leia-se pais, professores, educadores, familiares, amigos...). O debate será uma Aula Aberta, de entrada livre, na Escola Superior de Educação Jean Piaget(Almada) - (paragem "Pragal" comboios da Fertagus; junto ao Hospital Garcia de Orta, Almada). Dia 23, quinta-feira, às 18h! Aos amigos jornalista…

Acordo Sentimental com as Palavras

Há pessoas a construir um acordo ortográfico e a destruir um harmonioso acordo.
Há palavras que merecem muito do meu respeito e têm muita da minha admiração. Admiro-as porque ditam exactamente aquilo que quero palavrear. Admiro-as porque podemos parti-las em pedaços e delas surgem duas ou três novidades. Admiro-as porque elas escondem milhares de segredos. Admiro aquelas com as quais posso brincar.  Admiro ainda mais aquelas que são apanhadas desprevenidas pela boca das crianças. Admiro aquelas que se colocam à minha frente e me indicam o caminho até outra. Admiro aquelas que inventam novas palavras e aquelas que inventam novos significados. Admiro aquelas que brinca consigo próprias e não se levam muito a sério. Admiro aquelas que repetidas várias vezes ao minuto provocam um tremor de pele. Admiro a sua simplicidade e verdade. No fundo, gosto de palavras que passeiem pelo meu quintal e que me fiquem a admirar! Quando cativamos temos de cuidar. É o que faço com elas. E no meu cuidado c…

Momento Sabura

Hoje descobri que não estou a ficar louca e que não ando a deixar o aquecedor ligado, todos os dias, no meu sagrado espaço de trabalho! Começava a duvidar de mim própria. Afinal é a Dona São que o liga, quando anda nas suas limpezas, para a Ritinha estar mais confortável quando chegar! É mimo, muito mimo!

O C. não dorme a sesta como o C. Ronaldo

Esta semana, em reunião na escola, tive de "mentir" e dizer ao C. que os professores, os médicos (inventados na altura da conversa) e a mãe tinham chegado a uma regra boa para ele. A regra era "Não ver televisão, ou jogar computador, ou pintar no "tablet", ou jogar na play station depois do jantar" A mãe esfregava as mãos de contente porque tinha encontrado a desculpa certa. Sim, desculpa, porque ela não consegue fazer nada dele, e ele fica acordado até às 23.30 a jogar... ele que tem sete ou oito anos! Eu, enfiei os meus olhos nos olhos dele, e expliquei-lhe todos os perigos da situação actual e os benefícios daquela regra, no futuro. Eu, agarrei-lhe a mão, e perguntei se ele achava que eu deixava o meu filho fazer aquilo. Eu, passados três segundos, só o via chorar, chorar, chorar.  "Mas não posso fazer nada?! Nada?!" "Nada de eletrónica. Só podes ler livros ou revistas, pintar em papel!" "Buáááááááááááááááá!!!!" A mãe olhava e c…

Mantra do dia... de um bom dia!

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