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poeta

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Há poetas que colam sentidos à vida...



Do rescaldo de ontem...

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Imaginar a vida sem os meus suportes de tranquilidade é ver o caos e a guerra. E são eles que me reflectem muito daquilo que sou e daquilo que quero ser. Ainda ontem, depois da azáfama do encontro académico (adiante... adiante...) consegui Estar com alguns desses suportes. Um encontro estritamente não profissional com uns amigos,  outro encontro casual com mais uma amiga, mais um  encontro casual na mesma esplanada, e por fim, um encontro marcado num miradouro bonito. Acreditar que a  minha vida também passa por estes suportes está-me entranhado na pele. E como é bom sentir que de todos estes encontros (excepto o académico, claro) eu engordo tanto na paz de espírito e na sabedoria. Ninguém é gestor de um banco, accionista ou trabalha na Bolsa mas todos nós sabemos o quanto vale cada acção de uma verdadeira amizade!

Se a partir de hoje eu deixar de publicar...

Se a partir de hoje eu começar a publicar, neste canto Sabura, escritos académicos, a razão é simples: passei-me e vou agarrar-me ao difícil trabalho de escrever academicamente. 
Nada prometo, o encontro está marcado para daqui a pouco. 
Quem sabe se eu alterasse o compromisso de escrita aqui, e a partir de agora todos os dias me obrigasse a publicar um parágrafo académico, quem sabe se eu não terminava isto mais depressa. 
Quando me ponho a pensar que quem me "incentivou" para fazer esta formação, depois desapareceu dela porque se apaixonou e agora vive um amor tão bonito...dá-me três voltas ao estômago e vontade de mandar os títulos às couves. Entretanto a minha amiga continua abraçada ao seu grande amor, e eu vou ali abraçar-me e namorar com a Ferreiro, a Teberosky, a Lurdes Mata, o Chauveau, a Benavente, a Alves Martins...

PACC, dia 22 julho 2014

É o desgoverno que temos... nada a fazer agora. Não há quorum suficiente para derrubar este governo. Não há meio de embalsamar aqueles mamutes (com todo o respeito por essa espécie animal) e mandá-los por um precipício abaixo. 
Eu fiz aquele teste, que chamam PACC, no dia 18 de Dezembro. Cerca de dez pessoas à entrada, na manhã, com bandeiras e tentando sensibilizar quem se vendeu e aceitou vigiar a prova. Estive duas horas a fazer um teste que dá para provar que sou cidadã portuguesa, ou que pelo menos, sei ler a língua portuguesa. De resto não prova mais nada. Não provar nenhuma Aptidão e Competência para ser professor. Nenhuma. 
Entrei com muitos mais que não queriam fechar uma oportunidade de emprego. Saí de rastos, como se um cilindro me tivesse passado por cima do corpo. Fomos cilindrados pelos olhares desconfiados dos parceiros de profissão, que vigiavam o exame. Estes tinham o desplante de dizer que estavam do nosso lado (aqui sim era de aplicar uma prova acerca das questões da …

Impressão digital

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Encontrares a impressão digital que encaixa com a tua deve ser um dos maiores acasos da vida...


das coisas quase impossíveis da vida...

Ela gostava dele por inteiro, ainda que ele fosse um caco

Ele não sabia gostar dela por inteiro, porque ela era demasiado para caber num só!




histórias que começam pelo fim...

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Por vezes há histórias começam pelo fim. Sabemos como terminam ou como gostariamos que terminassem e, contrariamente ao ritmo da natureza, reconstruímos o desenlaçar da história. Será por isso que muitas vezes vivemos colados às expectativas?! Não as expectativas finais, mas as expectativas de como se desenrola a história? Porque do fim já nós temos a certeza.