sábado, 16 de novembro de 2013

O melhor remédio

Tarde ventosa no alto da colina. Luzes da sala apagadas. Velas acessas. Uma única voz a cantar e a contar.
Resultado positivo: três adormeceram e um - o mais hiperactivo e diagnosticado com uma página inteira de injustiças, pela primeira vez não quis fugir da sala ou perguntou se faltava muito para acabar. Desta vez agarrou-se à minha cintura em vez de à rua.
As histórias são o melhor remédio.  

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