domingo, 12 de janeiro de 2014

Sou alentejana por embalo

Sou alentejana por embalo. Nasci longe dali mas quem me embalou e embala, está lá. Um embalo balançado no sotaque, no cante, nas cores, na paisagem, nas histórias, no pão e no vinho, nos doces. Um embalo balançado nos ramos dos sobreiros, por entre uma história e outra. 
E é certo que, num domingo cansado e cinzento, passado no Além-Tejo, esta música é  o melhor balanço para mim. 


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