segunda-feira, 2 de junho de 2014

Felizmente, o facto de não passear neste jardim, é sinal de que lá fora há muita, muita coisa a acontecer...

Felizmente, o facto de não passear neste jardim, é sinal de que lá fora há muita, muita coisa a acontecer! E foi o que aconteceu por estes dias...

Na sexta feira ficámos a saber que a febre das pulseiras cumpre cerca de trinta objectivos nas Metas Curriculares da Matemática para o 1º ciclo, e (...espantem-se, meus senhores!) duas dezenas de objectivos para as Metas Curriculares do Pré-escolar. Conceitos matemáticos e inteligências emocionais são/podem ser trabalhados em sala de aula, em contexto matemático. Vá lá, não tenham medo de ir por esta via lúdica. As crianças agradecem, aprendem e dão sentido à aprendizagem (já ouviram falar daquele menino que foi campeão mundial de cálculo mental e teve negativa a matemática?! Podíamos começar com estes exemplos nas salas do pré e do primeiro ciclo, que tal?!). Não tenham medo. Acredito mesmo que são estas aprendizagens não-formais que nos dão alento e sentido para continuarmos a aprender. Mas não basta afirmar em teoria, é preciso colocar na prática.
Nós tivemos cerca de 300 pessoas (entre graúdos e pequenos) a ouvir a Matemática das Pulseiras e a partilhar (outro assunto fundamental) as suas construções matemáticas...





e como gostamos de dar sentido às aprendizagens, esta próxima semana andamos a espalhar "Potes de histórias" para que, as crianças do pré-escolar possam, e/afectivamente, desenhar e guardar as suas memórias.










Deste fim de semana vamos guardar as memórias de "meninos pescadores, que vivem numa ilha parecida com um crocodilo, onde as pessoas acordam com um galo a cantar, não despertadores e as crianças têm muita liberdade." São as aventuras da Margarida Botelho e das suas viagens ao Encontro de Livros, que podem espreitar aqui ou aqui ...

















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