quarta-feira, 2 de julho de 2014

Há palavras, imagens que se colam perfeitamente à nossa pele...

Há palavras, imagens que se colam perfeitamente à nossa pele. Ficam tatuadas com tinta invisível. Colam sem deixar uma bolha de ar. Pele hidratada ou seca, branca ou bronzeada. Permanecem. Não são estáticas. Levantam-se quando delas precisamos. Sempre prontas. Sempre juntas.


Há uns dias, esta frase abalroou-me (graças à Mikaela) e fez o favor de se colar à memória da minha pele. Nem uma bolha de ar surgiu entre nós. Colagem perfeita. Em uno!



E quem não fica com esta metáfora colada à pele?!  

Provavelmente, se não de certeza, eu ando em fase de só ver "eucalitros" à frente, todos iguais e sem interesse. Mas também, provavelmente, se não de certeza, que ando a sentir necessidade de olhar cada um deles e perceber porque estão/são assim... Um "eucalitro" (como diria a minha avó Etelvina) que, à primeira (2ª, 3ª, 4ª ... ) vista me irrita porque  aproveita de todas as raízes à sua volta, um "chupista" de energia. 
Eu ainda lhe chamo "eucalitro" mas espero, para breve, vir a chamar-lhe Sobreiro ou Pinheiro Manso! 

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